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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Atualizações pós férias

Obrigada a todos que comentaram no post anterior sobre o meu desanimo em criar novas postagens. Já estou com várias ideias para novos posts, pelo menos até o fim do ano acho que a atualização do blog está garantida! Daí em 2017 faço novo post pedindo mais dicas. haha

Como eu expliquei pra Jacqueline no outro post, eu não escrevo sobre outras áreas profissionais porque realmente não conheço muito sobre outras áreas, e se tem uma coisa que eu detesto é passar info errada ou na base do achismo, por isso nunca escrevi sobre outras profissões. Postei num grupo que participo no facebook pedindo relato de outras meninas em áreas diversas para que eu possa publicar como guest post, mas só uma me mandou um email.  :(

Como eu já trabalhei de garçonete e babá no ano que cheguei aqui, vou fazer um post sobre as minhas impressões dessas áreas pra quem tá chegando em down under. Vou fazer também um post sobre se tenho faxineira e babá em casa. Vou também fazer um post sobre os outros assuntos que me sugeriram nos comentários do post anterior. Aliás vou tentar fazer tudo hoje e já deixar agendado pra postar senão vou esquecer (impressionante como depois de ter filho minha memória foi pras cucuias…).

Mas hoje vou começar contando como foi o nosso retorno pra Austrália depois de 5 semanas de férias. 

Primeiro queria traçar um paralelo com a viagem que fizemos ano passado pro Brasil, quando o Lucas tinha 5 meses. Aproveitando o finzinho da minha licença maternidade, fiquei 6 semanas no Brasil com o Lucas entre o meio de abril e o início de junho, e o Thiago foi nos encontrar por algumas semanas também. O Lucas ainda era bem pequeno pra aproveitar e interagir com as pessoas, e eu ainda amamentava então não consegui ter muito tempo sozinha deixando ele com a família de babá. Naquela viagem o Lucas foi uma tranquilidade no voo (claro, ele não se locomovia ainda e qualquer brinquedinho bobo o mantinha ocupado), mas o jet lag foi punk! Como ele ainda era muito pequeno, ele trocou o dia pela noite por 1 semana (na ida e na volta) e eu não conseguia dormir de dia porque queria aproveitar com a família, e a noite não conseguia dormir porque o Lucas estava a corda toda. Sério, foi desesperador! Passado o jet lag aproveitamos muito com a família, o clima no Rio estava um espetáculo (amo o inverno carioca de sol e calor ameno) e logo estava na hora de regressarmos pra casa. No retorno, mais uma semana de jet lag dos infernos e pra piorar chegamos em Sydney no início de junho, em pleno inverno rigoroso, eu retornando ao trabalho e com o Lucas começando na creche nova, e consequentemente ficando doente sem parar. Foi trevas! Se tem uma coisa que eu não faço é romantizar a maternidade, e vou te dizer, o segundo semestre de 2015 foi absolutamente horroroso. Foram 4 meses do Lucas e eu doentes praticamente toda semana (até hoje eu pego todos os germes que ele traz da creche, oh sina!), o Lucas precocemente começando a andar (a criança simplesmente não engatinhou, com 7-8 meses já “andava” se segurando nos móveis e com 10 meses andava de forma independente) e com isso todo um estresse porque ele não parava quieto e caía horrores, tudo isso no auge do inverno que sempre me deixa meio depressiva. Quis voltar pro Brasil mil vezes!

Depois as coisas se acalmaram e chegou a hora da nossa viagem desse ano. Uma grande amiga casou em Londres então resolvemos fazer a loucura de passar 1 semana em Londres, 4 dias em Paris e 2 semanas e meia no Rio. Em 5 semanas foram 3 continentes, 65 horas de voo, 5 horas de trem, 3 fuso horários e uma criança hiper ativa. Os ingredientes pra um completo desastre, né? haha

Bom, o jet lag foi infinitamente melhor, porque agora maior o Lucas entrou meio que no mesmo esquema nosso: dormindo cedo e acordando de madrugada. Mas isso foi ok porque nós também estávamos desregulados. Fora que agora que ele dorme 9-10 horas seguidas a noite, ainda conseguíamos ter tempo pra gente.

Já os voos, ah, os voos… Nem vou falar muito pra não desestimular quem quer viajar com criança pequena. Fora que cada criança é diferente e eu conheço vários pais que dizem não ter trabalho algum. Bom, provavelmente esses pais não tem o furacão que eu tenho em casa. haha Digamos apenas que de 65 horas de voo nós tivemos umas 20 absolutamente infernais do tipo: “ABRE ESSA PORTA DE EMERGÊNCIA E DEIXA EU PULAR AGORA!” Mas pensando pelo lado positivo pelo menos 2/3 dos voos foi tranquilo (tá, digamos que 1/3 foi tranquilo e o outro 1/3 tolerável).

Sobrevivemos pra contar história e apesar do Thiago ter ficado meio traumatizado (haha) eu encararia de novo numa boa (sim, sou masoquista). A estadia no Rio esse ano foi ainda mais especial porque o Lucas já estava com 1 ano e 10 meses, começando a falar, mais independente e interagindo com o primo (que é apenas 6 meses mais velho). Foram dias de muita felicidade e merecido descanso pra mim e Thiago, com a família tomando conta da nossa ferinha por dias inteiros pra nos dar uma folga.

Daí chegou a hora de voltar… Eu estava meio apreensiva já lembrando a depressão básica que deu no retorno da viagem ano passado. Mas esse ano foi muito diferente! Primeiro que chegamos aqui em outubro, se não no calor pelo menos com um friozinho mais ameno. Segundo porque estávamos morrendo de saudade da nossa casa e do nosso estilo de vida aqui! Se por um lado com o Lucas maior ele aproveitou mais a família e deu um aperto do coração ter que nos separar de novo, por outro foi muito complicado andar pelo Rio com o Lucas. Se a violência já me incomodava há 5 anos quando eu morava lá, atualmente está insuportável. Fora a instabilidade económica, o jeitinho brasileiro que me irrita, o machismo em níveis estratosféricos, etc. Não tem a mais remota possibilidade de eu cogitar voltar pro Brasil. Por mais que metade do meu coração fique lá, e eu morra de tristeza de ver o Lucas crescer sem a presença da família, mas a qualidade de vida que temos aqui me fazem ter a certeza de que a Austrália é minha nova casa.

Criar um filho longe da família é um desafio e não vou mentir: faz muita falta! Faz falta quando ficamos doentes, quando precisamos de um tempinho como casal, quando estamos estressados e tudo que queremos é um almoço de domingo rodeado de “problemas” familiares pra tirar o foco dos nossos. Faz falta nos aniversários e nos bons momentos quando muitas vezes temos que esperar 12 horas pra contar uma novidade pra família e amigos próximos por causa do fuso. Mas isso tudo vem junto com o pacote de um expatriado. Agora, sabe qual o lado bom? (fora a qualidade de vida que tanto já falei aqui no blog) Fizemos uma nova família aqui! Temos amigos tão, mas tão maravilhosos que preenchem esse buraco no nosso coração. Amigos com quem podemos contar nos momentos difíceis, um grande grupo de famílias com crianças pequenas que formam a nossa “aldeia” e nos ajudam a criar o Lucas. Arrisco dizer que nosso grupo de mães/pais é muito maior e unido do que seria no Brasil. Todos que conheço por lá tem, claro, amigos com filhos, mas não se vêem com a frequência que nos vemos aqui. Claro que ajuda o fato de a maioria das mães aqui não trabalharem integral e todas precisarem de companhia (leia-se ajuda) pra entreter os filhos durante a semana porque senão a gente pira ficando 24horas com essas crianças hiperativas desafiadoras! haha Sabe aquele ditado: “é preciso uma aldeia pra se criar um filho?” Pois é, a nossa aldeia são os amigos e eu não poderia estar mais feliz com os que fiz em terras australianas.  :)

A Aline me perguntou também como estava o trabalho. Está o mesmo de sempre, ainda estou como paralegal no mesmo escritório de advocacia em que sempre trabalhei aqui. O Thiago na verdade é que teria infos mais interessantes pra passar nesse quesito, já pedi a ele pra escrever textos pro blog, mas tá difícil…

Bom, essas foram as atualizações pós viagem, no próximo post retomo aos assuntos específicos que me sugeriram. Até breve!

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Dia de sol

Realmente eu acho que as sextas-feiras têm nos dado sorte. Nas duas semanas que estamos na Austrália, eu começo na segunda mal, deprimida, parece que nada dá certo. E na sexta vem a reviravolta.

Pois foi na última sexta que finalmente conseguimos um apê! Ainda não é o ideal, pois é temporário (contrato de 3 meses), pequeno (um estudio mobiliado, onde mal vão caber nossas malas) e por um preço não tão convidativo. Por outro lado, fica em North Sydney, pertinho da estação de trem, está todo novinho e super bem mobiliado, com todos os utensílios de cozinha, não vamos precisar gastar com nada. E o melhor: teremos uns meses de paz, então vamos poder finalmente procurar emprego com força total.

Um ponto ruim do apê é que tínhamos que assinar o contrato pra ontem, pra não correr o risco de perder. Só que ainda temos até o dia 20 pago neste que estamos... Bom, nada é perfeito, melhor ficar com 2 do que com nenhum e acabar gastando muito mais indo pra um hotel de emergência. Com isso já assinamos o contrato, pegamos as chaves e durante a semana vamos fazer a mudança aos poucos, de trem mesmo pra economizar. haha Vai ser "a" aventura, aja pernas e braços pra carregar as malas nas inúmeras escadas que sempre estão no nosso caminho (ô cidade pra ter escada, nunca vi! não preciso nem pagar academia, faço de graça todos os dias!).

Depois da boa notícia, consegui relaxar e começar a pensar em aproveitar a cidade. Hoje o tempo deu uma trégua e abriu o maior sol. Aproveitamos pra ir no Paddy's Market, um mercado em chinatown que vende frutas, legumes e verduras a preços bem mais em conta. Compramos pouco dessa vez, só umas cebolas ($2 umas 8, enquanto no mercado tínhamos pago $2,50 por duas!), tomates (preço improbitivo no mercado, mas lá foi razoável), milho (tava louca pra comer, mas era tb uma fortuna no mercado, nessa feira foi $0,80. Isso pq eu comprei a unidade pra não pesar muito na sacola, se comprasse 4 saía a $2) e umas folhinhas. Quando estivermos no apê novo com certeza vamos passar lá de novo, dessa vez pra feira mesmo, e começar a cozinhar em casa pra economizar.

De lá fomos no Fair Day, um evento ao ar livre do Mardi Gras. Pra quem não sabe Mardi Gras é um mega evento GLBT que rola em Sydney, tem feira ao ar livre - o Fair Day (com barraquinhas, um palco, brincadeiras, etc), um festival de cinema, um desfile (a parada gay em si) e várias festas. Quem tiver curiosidade, esse é o site do evento: http://www.mardigras.org.au/. O Fair Day foi bem legal, até tiramos umas fotos (vamos ver se o Thiago posta, ultimamente ele tem abandonado este blog...rs), só não aguentamos ficar muito tempo pois era hora do almoço e fazia um calor...

Decidi que o almoço tinha que ser especial pra comemorar o apê. Escolhi ir numa churrascaria brasileira que fica no bairro português chamado Petersham (dizem que é português, mas tem muita coisa brasileira tb). Só que chegando lá o almoço hj era $33 por pessoa! Tudo bem que era tudo liberado, de repente até valia a pena, mas sem emprego sairia muito salgado para nós. Pelo menos vimos que no jantar sai mais em conta, vamos voltar outro dia. Como já estávamos lá, e eu já estava com desejo de comida brasileira, acabamos nnum restaurante português comendo bife com batata portuguesa (muito bom, por sinal). Esse é outro bairro que vamos voltar quando estivermos instalados no apê novo, pra comprar carne com corte brasileiro, feijão preto, farofa, pão de queijo, guaraná. Hummmm!

De lá fomos passear mais, e o Thiago sugeriu irmos a Manly, que fica ao norte de Sydney. Fomos até o centro pegar o ferry e começou o programa de índio. Tava absolutamente lotado! Mainly estava intransitável, eu que já não tinha gostado muito de lá da última vez que fomos dois anos atrás (muito brasileiro, muita garotada, muvuca, tô muito velha pra isso...rs), agora então gostei menos ainda. Pra completar, mal chegamos lá e o tempo virou, começou a chover (ainda bem que já aprendi que não importa o sol que esteja fazendo de manhã, sempre coloco na bolsa um guarda-chuva e um casaquinho leve, pois o tempo sempre muda do nada). Só consegui tomar um sorvete (uma fortuna, por sinal, fico só ouvindo o barulhinho da caixa registradora... haha) e demos meia volta pra pegar o ferry. Advinhem? Mais lotado ainda, todo mundo teve a mesma idéia ao mesmo tempo, tivemos que esperar uns 30 minutos ou mais. E depois de 40 minutos de viagem, o ferry ainda teve problema pra atracar no centro, mais demora... É, domingo está virando mesmo o dia dos programas furados, no que passou tb tentamos fazer um passeio pra um parque ao norte, nos perdemos, quase perdemos o ferry, uma beleza. Ou então o problema não é o domingo, mas os programas que o Thiago escolhe... haha O próximo eu já disse que sou eu quem escolherei, vamos ver se fugimos das furadas.

Amanhã eu só espero que com a boa fase dos últimos dias, não seja a segunda-feira negra. Pensamentos positivos! :-)

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Terminando a primeira semana

Hoje fazem quase 5 dias que chegamos e confesso que está sendo mais difícil do que imaginávamos. É engraçado, pois planejamos tanto, pesquisamos tanto (tá, o Thiago fez a maior parte disso...rs), e quando chegamos aqui parece que recomeçamos do zero. Pra nós que nunca tínhamos morado fora, está sendo um desafio e tanto. Como bem disse nossa nova amiga Andreia, temos "dias sim" e "dias não". Mas eu prefiro acreditar que cada dia é melhor que o anterior e aos poucos vamos levando.

Abre parenteses: na quarta fomos conhecer nossos já conhecidos de internet Andreia, João e Rafaela. Foi uma noite ótima, conduzidos pela Rafaela - que nem parece que acabou de chegar como nós, de tanto que conhecia parecia uma local. ;-)  Fomos num pub em Newtown, e acabamos até participando de um quiz lá! Achávamos que não tínhamos a mínima chance de acertar as respostas, mas não é que fomos bem? Com direito a ser chamados de freaks e ganhar metade dos pontos de uma pergunta ao mostrar minha cicatriz da cirurgia do apêndice do lado oposto do que estava previsto na resposta do gerente do bar... haha

Fecha parenteses.

No momento nosso foco é achar um apê, pois temos só até o dia 20 nesse que estamos (ótimo, por sinal, uma pena ser short term e tão caro...). Ontem começamos a fazer as "inspections" nos apês que nos interessaram. Fomos a 3: o primeiro bem localizado, mas micro (conjugado, ou studio, como chamam por aqui), fora que a moça da imobiliária disse que nos aceitava de cara, o que achamos estranho, já que todo mundo diz que é muito difícil conseguir um apê sem estar empregado. Descartamos. O segundo foi bizarro: no centro, mas ainda menor que o primeiro, estava ocupado por uma moça japonesa com um bebe, uma zorra, e ainda por cima eram dezenas (sim, dezenas) de pessoas na inspection. Descartado. O terceiro foi o que mais gostamos, um conjugado, mas bem dividido, num prédio legal, num bairro legal (apesar de um pouco distante do trem). Entregamos o formulário que já tínhamos preenchido e jogamos nossa cartada de pagar em adiantado os 6 meses de aluguel, pra concorrer melhor com os demais pretendentes (e eram muitos, dezenas mais uma vez). E não é que o corretor nos ligou hj oferecendo seguir com o processo? Isso é um bom sinal, eu acho. Mas começamos a ter dúvidas se vale a pena alugar um conjugado por 6 meses, sem estar mobiliado, vai que daqui a pouco arrumamos um emprego e vamos estar presos ali. Fora que começamos a pensar em alugar um short term apartment ou partir para um share (dividir apto com alguém). Ai, são muitas dúvidas! rs Por isso não demos resposta alguma e seguimos na busca, amanhã vamos ver mais alguns apês e ver no que dá.

A busca por emprego está parada para focarmos no apê. Se bem que o Thiago foi hoje encontrar com um arquiteto que ele tinha mantido contato da outra vez que viemos e, apesar de não haver vaga no escritório dele no momento, ele sugeriu uma consultoria, nada certo, mas pelo menos uma luz no fim do túnel.

Por sua vez, eu fiz hj meu curso de RSA (responsible service of alcohol), necessário para trabalhar em bares e restaurantes. Durou 6 longas horas (boring...) e no final tinha um teste ridículo, com consulta a apostila, e ainda com praticamente todas as respostas dadas previamente pelo instrutor! Brincadeira, melhor seria ter poupado o meu tempo e me dado logo o certificado de cara... haha Mesmo algumas pessoas da turma que mal conseguiam se comunicar em inglês passaram, o que me faz pensar: não é possível que eu não arrume um emprego, tem gente que mal fala inglês e consegue! :-) Sigo também na esperança de arrumar alguma coisa remotamente na minha área, mas acho que vai ser quase impossível sem ao menos fazer um curso por aqui... Bom, mas isso ficará pra depois, tenho aprendido a viver um dia de cada vez.

Esse post ficou muito mais longo do que eu planejava, sorry. Até a próxima.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Chegamos em Sydney !!!

Parecia que este dia não ia chegar nunca, e muitas vezes cheguei a temer que alguma coisa nos impedisse de chegarmos aqui, desde o visto ser recusado, até o nosso próprio medo de imigrar. Mas enfim, estamos aqui e agora o sonho se tornou realidade, temos que passar para o próximo desafio, que vai ser ainda maior: se estabelecermos na Australia.

Bom, a viagem de Santiago para Sydney, como já sabíamos, foi bem cansativa, mas desta vez conseguimos ter um conforto considerável. Isso claro que só aconteceu por conta da classe executiva, como já havia dito no post anterior, valeu muito a pena comprar esta passagem. Mas foi no trecho de Santiago para Auckland que realmente percebemos isso. 13 horas dentro de um avião não é mole não, mas realmente o assento que vira leito salvou a pátria! Eu consegui dormir umas oito horas, só consegui ver 2 filmes! Na primeira vez foram uns 5 ou 6, hehe. Enfim, em viagens longas como esta, cogitaremos fazer isso de novo, claro se houver outra promoção marota como esta...

Ao chegar em no aeroporto de Sydney fizemos nossa passagem pela imigração e depois fomos para a vigilância sanitária, acabamos sendo separados pois a Denise tinha declarado alguns remédios e eu declarei que tinha um suvenir de madeira (o Cristo Redentor que você deu Vera, rs). O que nos deixou tensos foi pensar que por termos declarado alguma coisa que devia ser analisada, eles decidissem abrir todas as malas... Além disso, o item onde você tem que declarar os remédios esta junto com drogas, esteroides, armas, etc. Tudo produto ilegal, só os remédios que estão fora da parada.

Sendo assim a Denise foi pra fila chapa quente, onde os oficiais ficam até com luva cirúrgica (são os carinha do seriado Vera, hehe), e eu fui na fila normal. Felizmente eles apenas perguntaram para ela o que ela portava, ela disse remédios pessoais com receitas prescritas para mim. O cara sentiu tanta firmeza que liberou ela até de mostrar os remédios, foi pra galera direto. Comigo eles foram mais chatos, mas foi tranqüilo, só pediram para abrir a mala onde estava o suvenir, olhou o Cristo e liberou tudo. Foi realmente um alívio!

Saindo dali fomos pegar um taxi, felizmente eles também são super organizados neste sentido, tem uma fila para taxis comuns (pra quem tem pouca bagagem) e fila para maxi cabs (como eles chamam). Já estávamos preparados para pegar dois taxis, mas me surpreendi com o tamanho do carro, coube todas as malas no bagageiro!

O grande problema foi chegar dentro do apartamento com as malas... O taxi parou alguns metros da porta, com isso ficamos com 8 malas largadas no meio da calçada enquanto pegávamos as chaves e descobrimos qual delas abria a porta. Foi um trabalho de várias etapas, primeiro levar as malas para a portaria (escada 1), segundo levar as malas para dentro do prédio, depois subir 2 lances de escada até o primeiro andar, no primeiro andar temos que abrir outra porta, depois que passamos desta porta para o corredor, finalmente conseguirmos levar as malas para dentro do apê. Aí quando você pensa que acabou você descobre que o bendito apartamento é duplex, com uma escada super estreita! O que era style na teoria, me deixou mais cansado do que nunca. Perdi as contas quantas vezes levantei malas nesta manhã, espero que tenha perdido umas calorias....

Tomamos um banho e partimos para a cidade para tirar nosso seguro de saúde, ativar nossa conta no banco, comprar um chip pro celular e se cadastrar no seguro social. Pra ser sincero estávamos totalmente anestesiados com tudo que estava acontecendo. Nos demos conta que agora somos só nós dois, dois imigrantes no meio de uma cidade totalmente nova, sem casa, plano de saúde, telefone, sem referencias nenhuma! A ficha caiu legal agora! Paramos na estação do trem e ficamos 10 minutos para entender qual dos milhares de tiquetes iríamos escolher na maquina, coisa de imigrante perdido... 

Felizmente a cada departamento que nós íamos ficávamos mais confiantes, em 10 minutos conseguimos nosso seguro de saude, já saímos com nosso numero, só faltará receber o cartão mas com o numero já podemos usar o serviço de saúde, o que foi um grande alívio. Depois foi a vez do celular, ficar sem se um celular pra gente se falar um com o outro era outra tensão. No banco foi outra tranqüilidade, só precisamos mostrar o passaporte para ativar a conta e receber o cartão do banco e as senhas. A única coisa que foi o Centrelink (seguro social), a fila estava realmente grande e tinha muito maluco no local (um show de horror, não me admiro eles estarem pedindo auxilio social). Como nosso único objetivo era realmente criar um numero social, já que não temos direito a nenhum benefício nos 2 primeiros anos, acabamos deixando para outro dia pois ainda tínhamos que ir no supermercado e depois voltar pra casa pra descansar pois o jat lag estava pegando já...

O primeiro dia foi bem intenso emocionalmente, mas tenho certeza que a cada dia ficaremos mais confiantes e aclimatados!

Bom, por hoje é só pessoal.

Agora começará nossa saga para achar um lar!

Abraço!
Thiago.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Viagem para Santiago


Ola meu povo!
Estou escrevendo diretamente de Santiago do Chile. A viagem do Rio para Santiago correu tudo bem, alias, melhor impossível. Até o momento o bilhete da classe executiva esta valendo cada centavo. Fomos tratados que nem rei no vôo, comemos bem, dormi que foi uma beleza. Faz uma baita diferença uma poltrona leito, consegui até sonhar. Imagino que no trecho mais longo vai contar mais ainda esta caminha. 
Neste momento estou mandando este post diretamente da area vip da Lan, acabei de tomar uma ducha com tudo que tem direito: toalha, kit para banho, etc. Agora estou escrevendo, comendo uns petiscos e tomanho um champagne, hehe. Acho que vamos ficar mal acostumas com esta vida.....
Bom fiquem com algumas fotos nossas durante o trajeto. Foram poucas fotos pois a Denise ficou morrendo de vergonha da minha farofada na classe executiva. Fazer o que, estou quem nem pinto no lixo, experimentando tudo que tenho direito, afinal: TO PAGANO.... haha.
Abraços e que venha Sydney!
Thiago.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Saga das malas: parte II

Continuando a arrumação, entre mortos e feridos estão se salvando todos (quer dizer, menos as roupas que tive que abrir mão, e muitas outras cositas mais... É impressionante como as coisas brotam! rs Qd vc acha que acabou, surge sempre mais alguma coisa que estava escondida, sumida ou que simplesmente tínhamos esquecido de pegar.).

Hj estou num ímpeto de desapego...haha É hj que fecho essas malas de uma vez por todas, nem que tenha que tirar mais roupas!

Também já desisti de levar shampoo, sabonete, essas coisas, mais fácil comprar quando chegar lá. E na última hora lembrei que poderia ter problema com alguns remédios, vai que eles exigem receita... Mas graças a minha super mãe, que trabalha em um hospital, consegui uma receita em inglês supimpa! :-)

Fato engraçado da semana: anteontem fui caminhar aqui por perto pra ver se achava uns itens de manicure que estavam faltando no meu kit (sim, pq agora tô virando autodidata, já prevendo a nova realidade "faça vc mesmo" de muitas coisas na Austrália. Até que estou razoável na manicure, agora falta melhorar a arte de cozinhar, faxinar, etc). Pois bem, não achei a lixa que estava procurando, mas aproveitei e comprei mais uns kits de pauzinho de unha, outras miudezas, e a minha tão sonhada acetona! Explico: não sei se em todo lugar é assim, mas aqui no Rio está cada vez mais difícil achar acetona. Acho que tem uma proibição de venda nas farmácias, agora só vendem removedor de esmalte, que acho uma porcaria, não limpa nada, ainda mais eu que só uso esmalte vermelho. Enfim, comprei toda feliz minha garrafinha de meio litro de acetona. Mas alegria de pobre dura pouco... rs Qd cheguei em casa, fui mostrar pro Thiago toda feliz minhas aquisições e ele logo falou: "tá maluca? acetona é inflamável, não pode levar nem na bagagem despachada!" Droga...rs Tá, eu sei que eles podem nem ver, mas o Thiago tá neurótico, querendo fazer tudo nos conformes, achando que qualquer deslize eles podem encrencar e nos impedir de entrar... haha Tá bom, tô exagerando, ele não acha isso, mas é melhor mesmo fazer tudo bonitinho pra não ter dor de cabeça, chega de querer dar o "jeitinho brasileiro" em tudo. rs

Espero que a saga das malas tenha ficado pra trás, agora só na contagem regressiva até sábado. Haja coração!!! :-)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Arrumar as malas: a saga!

Faltando 4 dias para a viagem, e já tensa vendo os dias voando e eu cheia de coisa pra fazer, resolvo começar de uma vez por todas a fazer a mala. Há dias penso: ah, não vai ser tão difícil, tenho pouca roupa (muito menos que 99,9% das mulheres que conheço), me desfiz de quase tudo de objeto pessoal, vai ser tranquilo, nem vou usar meu limite de 3 malas de 23kg cada... Ledo engano!

Saga do dia: fazer as malas.

Passo nº 1: pego uma das malas maiores, coloco metade das minhas roupas, e mesmo sem a mala estar cheia resolvo fechá-la pra pesar (já que o limite é de 23kg e qualquer excesso é uma fortuna). Coloco a balança na alça da mala e qd levanto (leia-se, o Thiago levanta...rs): quebra a alça. Hum, foi azar, vamos tentar em outra alça: quebra de novo. É, tá brabo, melhor não tentar a terceira, ou vamos ficar sem alças...rs Achamos um ponto mais firme no suporte das rodinhas: ok, 3ª tentativa com medo. Resultado: 24,5kg. Droga...

Passo nº 2: tirar uma pilha de roupa e pesar de novo. Resultado (dessa vez sem quebrar mais nada...rs): 22,3kg. É, tá bom, vai que a balança não é muito precisa, melhor deixar uma margem de erro para a do aeroporto.

Passo nº 3: terminar de colocar as roupas na 2ª mala, maior que a primeira. Lá vai a outra metade das roupas (isso depois de separar 3 sacolas com doações, e isso tb levando em consideração que eu tenho muito menos roupa que 99,9% das mulheres). Resultado: 21,5kg. Ufa! Ainda dá pra umas roupas sujas que certamente se acumularão até o resto da semana (eu espero! rs).

Passo nº 4: terceira e última mala, a menor delas (se bem que não adianta ter tamanho se não dá nem pra encher por causa do peso...). Arrumo os sapatos, as bolas e resolvo pesar. Resultado: 16kg. Ufa? Não, pois ainda falta colocar remédios, cintos, documentos, livro, eletrônicos, roupas perdidas que vão surgindo, sapatos que estão sendo usados na semana, maquiagem, etc etc etc. Resultado: tô f... rs

Cenas do próximo capítulo amanhã: início da arrumação das malas do Thiago, que só tem direito a 2 malas, pois a terceira já está ocupada com as roupas de cama e banho... haha

Pânico, terror e correria! Tô quase deixando tudo aqui e indo pra Austrália só com a roupa do corpo... rs

sábado, 14 de janeiro de 2012

Contagem regressiva

Hoje me dei conta que faltam 15 dias pra nossa ida. Não mais 6 meses - quando recebemos o visto -, não mais 2 meses - quando me dei conta que estava passando rápido -, não mais 1 mês, quando terminou 2011 e paramos de trabalhar pra nos concentrar nos preparativos finais. 15 DIAS!

Nessa reta final, tudo está uma correria pra mim. Não pelos preparativos, pois esses estão encaminhados: já fizemos as procurações por instrumento público que vamos deixar com um representante da família, encerrei a conta no banco que não vamos manter e na corretora, recebemos o email confirmando o apê que alugamos em Sydney e dando instruções pra pegar a chave, preparei o currículo e carta de apresentação em inglês, etc. Só falta mesmo pequenas coisas que já estão agendadas e passar a última semana fazendo a mala.

Porém no meio disso tudo voltei a trabalhar, até o dia 20, o que só deixa minhas noites livres. Claro que foi uma opção minha, por vários motivos, e acho que foi a escolha certa. Confesso que prefiro essa correria ao marasmo de ficar em casa vendo as horas passarem e remoendo a proximidade da ida, as inseguranças, a saudade por antecipação...

Mas que estou na correria estou, o que me fez até esquecer a contagem regressiva. E eis que hoje o Thiago posta no facebook: faltam 15 dias. Ai, que frio na barriga! rs

sábado, 1 de outubro de 2011

Apartamento alugado!!

Ainda não é o nosso apartamento definitivo, mas conforme disse no ultimo post., o preço da diária é igual ou menos que um hotel. Acabamos escolhendo um ape de quarto e sala para termos mais conforto. É claro que no site que eu indiquei tinham diversos apartamentos mais baratos oferecidos por particulares, mas achamos mais seguro pagar mais caro e fechar com um real estate agent.

Fechamos tudo por e-mail e fizemos a reserva por cartão de credito de 100 aud, 30 dias antes de chegarmos   a agencia fará o deposito completo. A agente foi super atenciosa e tirou todas as minhas milhares de duvidas e fez diversos orçamentos de outros apartamentos até nós voltarmos para a primeira opção, hehe.

Enfim agora estamos mais tranqüilos pois sabemos que teremos um teto nas primeiras semanas!

Ai vai o link do "nosso" ape temporario:

http://sydney.gumtree.com.au/c-Unit-House-Real-Estate-short-term-Fully-Furnished-Zoes-Sydney-Retreat-W0QQAdIdZ213188214

Abraço,

Thiago.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A procura de moradia temporária

Após os primeiros meses de planejamento da nossa saída do Brasil, ficamos um pouco parados em relação as atividades para a viagem já que muita coisa só poderá ser resolvida no último mês. De qualquer forma eu já estou de olho nos preços dos alugueis e principalmente no tipo de moradia que vamos ter nas primeiras semanas...

Fiz algumas pesquisas de hotéis e lodges e cheguei a conclusão que seria muito caro passar as primeiras semanas assim, os quartos mais baratos são micros, não caberia nós e mais 6 malinhas, hehe. Alem disso ficar comendo na rua todo dia sairia muito caro, portanto tentei procurar algum apart. hotel, ou algum hotel que os quartos tivessem uma copa. Achar eu achei mas os preços... Realmente Sydney não é nada barato, principalmente nesta época do ano e quando se esta convertendo pro real.

Bom, após pesquisar muito percebi que a melhor opção de custo beneficio seria alugar um short term apartment. Entrei no Gumtree onde o numero de ofertas para este tipo de aluguel é grande, tem desde gente alugando a casa enquanto sai de ferias até imobiliárias com apartamentos de temporada, e procurei apartamentos anunciados por imobiliárias já que seria mais garantido fazer uma reserva. Acabei achando um   studio bem pequeno, mas super em conta e bem localizado.

Estamos agora tentando fazer a reserva com a imobiliária, tomar que pelo menos as primeiras semanas nós consigamos ficar abrigados. Depois que chegarmos em Sydney será a hora de procurar o apê definitivo, e aí o buraco é mais embaixo... hehe

Mas isso é estória pra depois....

Mandarei notícias quando souber de mais detalhes. Abraço!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Sydney a 6ª melhor cidade para se viver no mundo!

Acaba de sair mais um levantamento das melhores cidades para se viver no mundo feito pelo Economist Intelligence Unit survey. Mais uma vez as maiores cidades australianas estão no topo da lista, salvo Brisbane que não está no top 10. O que mais surpreendeu desta vez foi que Melbourne saiu da quinta posição e deu um pulo para a primeira, desbancando todas as cidades canadenses a as cidades européias. 

As cidades são avaliadas em estabilidade política e social, índices de criminalidade e de acesso a saúde de qualidade, entre outras coisas. A pesquisa também mede a diversidade e padrão de eventos culturais e do ambiente natural, a Educação, e o padrão de infra-estrutura, incluindo transportes públicos.
Se você quiser ler as reportagens oficiais (em Inglês), dê uma olhada nos endereços abaixo:



O novo ranking ficou assim:
 
1 Melbourne, Australia
2 Vienna, Austria
3 Vancouver, Canada
4 Toronto, Canada
5 Calgary, Canada
6 Sydney, Australia
7 Helsinki, Finland
8 Perth, Australia
8 Adelaide, Australia.
10 Auckland, New Zealand

No meu ponto de vista existem outras coisas que devem ser levadas em consideração, e uma delas é o estilo de vida de cada cidade e claro o clima. Apesar de Melbourne estar em primeiro lugar, eu não mudaria minha escolha de morar em Sydney para viver na melhor cidade do mundo, isso é minha opinião, e da Denise também. Melbourne é uma cidade fantástica, mas com um clima completamente louco e com um estilo de vida mais urbano, tipo São Paulo, o que não faz muito nossa cabeça. 

Portanto, preferimos ficar com a 6º melhor cidade de se viver no mundo, o que para nós já é o suficiente! Não fazemos questão do primeiro lugar, pois para nós Sydney já é a numero 1, haha. Já estou praticando o regionalismo defendendo a nossa nova cidade!
De qualquer forma estamos muito felizes em ver mais uma vez a Austrália no topo da lista!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Voltando pra casa da mamãe

Após a grande notícia do visto ter sido concedido, da compra das passagens, e do “garage sale” (que por sinal foi sucesso total, valeu família e amigos!), chegou a hora de empacotar o que sobrou de nossos pertences e se mudar pra casa da minha mãe. Decidimos nos mudar o quanto antes e entregar o apartamento pois será uma boa economia não ter que pagar aluguel e outras despesas...

É claro que não esta sendo fácil para nós ter que voltar a morar e dividir o espaço com outras pessoas, nós estamos sentindo falta da nossa privacidade, nossas coisas, nossa vida a dois, mas sabemos que é por uma boa causa. Sabemos que daqui a 6 meses teremos a oportunidade de escolher nosso novo apê, de montar nossa casa do nosso gosto, enfim, será uma fase de renovação e novas experiências.

Eu diria que estamos indo bem com o nosso checklist inicial, já adiantamos muita coisa e pelo que me parece faltará apenas algumas coisas burocráticas e financeiras, depois disso é arrumar as malas e partir! Simples não? Hahaha.

Veremos nos próximos capítulos....

Um abraço!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Passagens compradas!

Depois da euforia dos primeiros dias de comemoração do visto, nós colocamos em prática o checklist do pós visto. A primeira providencia tomada foi enviar os passaportes para a embaixada é claro (nada melhor que ver o visto estampadão no passaporte) e também comprar as passagens! Alguém pode estar se perguntando: mas já? Sim, quanto mais cedo comprarmos mais chance de conseguir um preço melhor.

Como eu sou total control freak, antes mesmo de sair o visto eu já estava pesquisando preços de passagem, hehe. Portanto não precisei perder muito tempo com isso. Primeiramente eu preciso deixar claro que minha pesquisa se limitou apenas a rota de voo pelo pacífico (por ser a rota mais curta) e pelas companhias Lan e Quantas, nada de Aerolixos ou similiar.

Pode parecer frescura da nossa parte mas pra uma viagem entre 25hs e 30hs contando todas as conexões, etc.,  uma boa companhia de viagem faz a diferença. Nós que já fizemos esta viagem sabemos muito bem o quão cansativo é.

Fica aí a dica, quem quer ter uma aventura de voo vai com a Aerolixos mas quem não quer ter imprevistos voe de Lan e Quantas. O tempo de viagem pela rota da Quantas é bem menor pois eles pegam a rota mais curta por Buenos Aires, reduzindo a viagem para umas 20hs, mas nem sempre os preços são em conta. Para janeiro as passagens da Quantas estava bem maior que a Lan mas o em compensação o voo da Lan é noturno deixando tudo o voo mais relaxante.

Como teremos muita bagagem para levar e gostaríamos de um conforto maior por ser uma viagem longa, achei por bem gastar mais um pouco e pagar uma classe executiva. Esta foi outra vantagem de comprar com muita antecedência, conseguimos uma diferença de apenas R$ 800 no upgrade de cada passagem para a executiva, com direito a mais uma mala e o dobro de peso na bagagem de mão. Fica aí outra dica, as companhias de viagem atualmente estão fazendo boas promoções pra classes superiores, o que antes nem existia, as tarifas eram cheias para as estas passagens.

Bom, cada a data marcada fica tudo mais concreto,  agora não tem volta, em 28 de janeiro de 2012 estaremos embarcando para nossa jornada para o Down Under! Uhuuuuu !!