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terça-feira, 31 de maio de 2016

Vivid - festival de luzes em Sydney


Ontem fomos no Vivid, festival de luzes que acontece todo ano em Sydney. Consiste em diversas instalações espalhadas pela cidade com efeitos de luz e ainda projeções de luz em prédios/monumentos famosos como o Opera House e o Museu de Arte Contemporânea (gratuito). Tem também shows de música e exposições (algumas gratuitas, algumas pagas). Nós já tínhamos ido antes acho que no ano em que chegamos aqui, e apesar de ter gostado muito tudo o que eu me lembro era do frio que pegamos, rs, já que o festival sempre ocorre no começo do inverno. Nos anos seguintes não conseguimos ir por motivos variados, mas esse ano eu estava a determinada a ir com o Lucas.
Estava um pouco apreensiva porque costuma ficar bem cheio, e lugar muvucado com criança que não pára quieta no carrinho é sempre um problema. Então decidimos ir numa segunda-feira na esperança de estar mais vazio. Como trabalhamos na City e não teríamos muito tempo, decidimos caminhar só por Circular Quay mesmo achando que ia dar tempo de sobra, mas não! Tem muita coisa pra ver e a uma hora que tínhamos (entre a saída do trabalho e o Lucas capotar de sono + o horário limite do estacionamento em que paramos o carro) não foi suficiente pra explorar tudo que queríamos.

Minha outra preocupação era o frio, que chegou tarde esse ano (maio ainda deu praia!) mas chegou com tudo, e desde semana passada temos temperaturas inferiores a 10 graus de manhã e a noite, sendo que ontem especialmente fazia 5 graus com sensação térmica de 2 graus quando saímos de casa de manhã. Levamos casaco pesado, gorro pro Lucas, bota de inverno pra ele e decidimos arriscar. Não sei se já comentei aqui no blog, mas o pior do inverno de Sydney é o vento gelado. Como venta essa cidade! Porém, contrariando as minhas expectativas, a noite estava ótima e apesar de fria estava sem vento e tão agradável que eu nem coloquei casaco! (tá, eu devo estar com algum problema porque o Thiago tava de sobretudo de lã e eu que há 4 anos atrás usava luva e cachecol com 19 graus de temperatura, agora tiro onda no frio. haha)
Começamos indo jantar rapidinho num restaurante que amo em The Rocks, o Appetito. Depois descobrimos que no trajeto do Vivid, na rua mesmo, tinha uns food trucks com comida que seria mais rápido. Depois de comer iniciamos a caminhada pela ponta esquerda do Circular Quay, onde desembarcam os navios (vou intercalar o texto com foto pra ficar mais ilustrativo). Estava bem cheio e tive que usar a mochilinha com uma cordinha pra andar com o Lucas porque claro que ele queria correr e explorar mas com multidão eu morro de medo de piscar e ele sumir. Foi muito emocionante explorar o Vivid atrás dos olhos do Lucas, que ficou absolutamente encantado com as luzes! Ele não parava de apontar e dar gritinhos de excitação, era até complicado evoluir na caminhada porque ele estancava toda hora apontando pra cima loucamente. rs

 

O Opera House estava deslumbrante, mudando de cor e mostrando desenhos aborígenes. Essa a descrição no site do evento: “Lighting the Sails for the eighth year of Vivid Sydney, Sydney Opera House will transform into an animated canvas of Australian indigenous art featuring iconic contemporary works from Karla Dickens, Djon Mundine, Gabriella Possum Nungurrayi, Reko Rennie, Donny Woolagoodja, and the late Gulumbu Yunupingu."

 

 
O Lucas ficou tão encantado com os adereços coloridos que as pessoas usavam (cordoes, arcos, cataventos, etc) que tivemos que comprar um catavento de luz pra ele (custou $10) e só assim ele aceitou sentar um pouco no carrinho pra evoluirmos com a caminhada.


Em seguida passamos em frente ao Museu de Arte Contemporânea que estava maravilhoso, super colorido e dando a impressão de estar sendo “pintado” ao vivo.
Essa a descrição no site do evento: “This year the artists create an illusion that the façade is actually being carved, painted, cut and brushed.”
 

Por fim chegamos ao Customs House (prédio ícone na City), que esse ano estava de tirar o fôlego com um filme de animação passando na fachada. Essa a descrição no site do evento: “The façade of Sydney’s Customs House at Circular Quay plays host to the fantastical wonders of Sydney’s Hidden Stories, where a blue-tongue lizard leads visitors through haunting landscapes of warty witches and wizards, gnomes and cocky cockatoos.
 

 
O Lucas ficou absolutamente hipnotizado com a animação no Customs House! Depois dali já eram 8 da noite e nosso passeio chegava ao fim… :(
Vimos algumas instalações pelo caminho, mas não consegui tirar foto. No site do evento tem foto e descrição de todas as instalações e o local onde elas estão. A única decepção esse ano foi a projeção de luzes na Harbour Bridge, que achamos bem fraquinha. Nem tirei foto, mas segue uma que achei na internet (não consegui ver esse reflexo na água não. rs).

 
Uma opção também interessante é pagar um passeio de barco pela Harbour a noite, com uma visão privilegiada dos prédios. Tem várias empresas que fazem esse passeio, no próprio site do evento tem uma listadas empresas.
Gostamos tanto, mas tanto, que semana que vem devemos retornar pra ver outras áreas da cidade também parte do Vivid, como o Botanical Gardens e Darling Harbour. Quem sabe esse post não recebe uma continuação em breve? ;)

Pra quem está em Sydney, o Vivid fica ate 18 de junho, então ainda dá tempo de curtir esse festival sensacional que já e um icone da cidade.

sábado, 19 de setembro de 2015

Chocolaterias


É fato público e notório que eu amo doce. Especificamente chocolate. Sou do tipo bem compulsiva mesmo, de comer todo dia. Não como muito, sou até bem controlada, mas como com frequência.

Quando vim pra Sydney, a primeira coisa que descobri é que a maioria das lojas de doces daqui são uma bosta. Tudo parece lindo, mas não tem gosto de nada. Hoje em dia eu até aprendi a selecionar melhor e dificilmente erro, porque se tem uma coisa que odeio é desperdício de caloria – só como algo muito calórico se for realmente imperdível, senão to dispensando.

Se por um lado os doces daqui não são tão saborosos quanto aos do Brasil, por outro os chocolates são infinitamente melhores! No Brasil se vc quiser comer um chocolate de mais qualidade vc paga muito caro por isso. Não que eu não goste do tradicional diamante negro ou serenata de amor, mas falo de chocolateria mesmo, tipo a Kopenhagen. Já aqui vc acha chocolate de qualidade barato no mercado e ainda tem as 3 perdições que falo mais adiante.

No início minha paixão era o famoso Tim Tam, mas agora já enjoei. Minha atual paixão é o Maltesers, esse chocolatinho aqui:
 
Outros 2 paixões são o caramel slice e o mud cake. O primeiro eu até evito comer na rua pois tem muita porcaria por aí, então faço em casa – quem quiser a receita, minha preferida é a desse site aqui. Já o segundo compro a mistura pronta no supermercado (a do Coles é a melhor) e faço em casa o bolo de chocolate molhado com cobertura. E tem ainda o brownie (que também tem mistura pronta no mercado), ai, ai…

 


 
Quando vou comer doce na rua, geralmente opto por um cheescake se for na Gloria Jean (cafeteria) ou num restaurante, ou então vou nos 3 lugares da perdição:


O primeiro lugar dessa lista que visitei quando vim a Sydney ainda a passeio foi o Lindt Café no Darling Harbour. O que é o chocolate quente deles?? Vem assim como na foto abaixo: a jarra de leite separada da jarrinha de chocolate líquido e daí vc mistura na sua xícara. Fora os doces maravilhosos que eles tem no cardápio. Só prepara o bolso que não é nada barato: o chocolate quente, por exemplo, custa $7.5, quase o dobro que o de uma cafeteria qualquer.
 

 


A segunda paixão foi o Max Brenner, tradicional loja de chocolate que começou em Israel e se espalhou pelo mundo (eles tem filiais nos EUA, Rússia, Japão, Singapura e Coréia), sendo que a maioria das filiais estão localizadas na Austrália.

O chocolate quente deles também é de matar, além das diversas sobremesas a base de chocolate (destaque para o fondue de chocolate da foto abaixo e o crepe de banana que são divinos!).

 
 
 
 


Last but not least, achei minha alma gêmea. Trata-se de uma chocolateria australiana que mistura chocolate com churros. Sério, é um absurdo de tão bom! O churros aqui não vem com o recheio dentro, mas sim do lado e vc “molha” o churros no recheio que escolheu. Eu estou tentando ficar um pouco afastada porque tava brabo, batia ponto lá toda semana. Quando o Lucas era recém nascido, então, eu ficava entediada de ficar em casa e minha diversão era ir com ele no shopping perto de casa pra comer churros. Agora até que dei uma parada com o vício, mas só de escrever esse post me lembra que tenho que voltar lá! Ah, o Thiago adora os chocolates quentes/moccha de lá que vem com pimenta e outras doideras. Saca as tentações:






domingo, 13 de setembro de 2015

Restaurantes


Tem tempo que eu não falo aqui sobre restaurantes. A última vez que fiz um post sobre isso foi há quase 3 anos! Me dei conta disso quando escrevia o post anterior sobre steakhouses.

Eu queria escrever um post sobre meus restaurantes favoritos em Sydney, mas nem sei se vou ter uma lista decente, pois tanto eu quanto Thiago somos muito fiéis aos poucos que gostamos e vamos sempre. Eu sempre quis explorar lugares novos, mas me bate uma preguiça… Agora então com o Lucas cozinho cada vez mais em casa e saímos menos.

Mas segue a lista dos nossos preferidos atualmente (ps.: a maioria fica no Shire por ser onde moramos atualmente, já que cada vez menos me animo de ir de carro pra City ou pro norte de Sydney com um bebê que odeia ficar na cadeirinha por mais que 20 minutos):


1) Sake – restaurante japonês no The Rocks
Fomos lá a primeira vez comemorar meu aniversário há uns 2 anos, e depois voltei com o pessoal aqui do trabalho (meu chefe é absolutamente viciado nesse restaurante). Eu queria muito ir mais frequentemente, mas o preço me faz considerá-lo só para ocasiões especiais.

Se for lá não deixe de provar a sobremesa de Green Tea Kit Kat, simplesmente divina! (e olha que eu normalmente não curto nenhum doce que não seja chocolate…) Foto abaixo: 
 

2) Meet theGreek – restaurante grego em Brighton Le Sands
Se for em grupo, não deixe de provar o Banquet Menu, que é tipo uma degustação dos principais pratos da casa, mas em porções incrivelmente grandes. Vá com fome!

Ah, alguns dias tem música ao vivo, que apesar de ser bem legal no dia que eu fui estava muito alto! Impossível conversar na mesa. Pra uma opção sem música, tem o Kamari (www.kamari.com.au/) que fica a poucos metros do Meet the Greek e também é muito bom.

 

 

3) Moim – restaurante japonês em Kirawee

Preço bom, comida super saborosa e atendimento super amigável. E o melhor: funciona de 10 da manhã as 10 da noite sem fechar! Sim, porque isso é raridade por aqui onde os restaurantes abrem de 12-15hrs para almoço e e de 18-21hrs pra jantar e se vc quer comer fora desses horários basicamente só vai encontrar fast food aberto.


4) Zetland Hotel – comida de pub
Se vc quer comida de pub por um preço acessível, esse é o lugar. Disparado o melhor pub que eu já comi em Sydney, com pratos entre $10-15 e com a vantagem do bistro onde é servida a comida ficar numa parte externa do pub super charmosa (porque vamos convir que comer em pub fedendo a cerveja no carpete não é a melhor opção de restaurante).


 
5) Nulla Nulla – restaurante de comida “australiana” (se é que isso existe) em Cronulla
Quando digo comida australiana é porque eles não tem uma especialidade, no menu tem de tudo, desde brunch, passando por sanduíches, saladas, entradas, carnes, peixes, massas, pizza, sobremesa, sucos, etc. O que eu gosto de lá é que tudo que eu peço é bom (nada muito sensacional, mas bom) e vc tem muita opção de pratos a um preço acessível.

 
Tá, esse aqui a indicação nem é tanto pela comida pois quando eu fui lá só belisquei um camarão. Mas a localização (de frente pra baía) é sensacional e o restaurante super agradável pra ir num dia de sol.

 

 
7) Encasa – restaurante espanhol

Esse é outro local que eu estou pra voltar. Simplesmente o melhor restaurante espanhol em Sydney (é o que jura minha chefe chilena/espanhola) e realmente dos que eu já fui esse ganha de longe. Imprescindível fazer reserva pois o restaurante vive lotado.


8) Gloria’s – restaurante português
O bairro português de Sydney (Petersham) é outro lugar que eu adoro ir. Infelizmente atualmente não tenho ido com a frequência que gostaria pois como eu já comentei acima, viagens de mais de 30 minutos de carro com um bebê que odeia ficar na cadeirinha são literalmente um suplício. Mas vira e mexe ainda batemos ponto por lá pra comprar carne (pichanha, coracao de galinha, chorizo) e produtos brasileiros (feijão, pão de queijo, farofa) no açougue português (endereço: 83 New Canterbury Rd), comprar doces portugueses na padaria portuguesa (na Sweet Belem - 35B New Canterbury Rd) e aproveitamos e almoçamos ou no Gloria’s ou no Silvas, ambos tradicionais restaurantes portugueses.


Bom apetite!

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Steakhouse


Se tem uma coisa que os australianos gostam é de uma Steakhouse, pra comer uma boa carne. Nós adoramos também, não tanto pela carne de vaca normal (os steaks) que comemos em vários restaurantes, mas pela costela de porco. Taí uma coisa que eu não comia tanto no Brasil (só comia lombinho de porco e olhe lá) e aqui virei fã: carne de porco sempre está na minha lista de compras, e aqui vc acha muito mais variedade no mercado do que no Brasil. Tem em forma de filé (steak), grosso, fino, costela, etc.
Então de vez em quando me bate o desejo de ir comer uma boa costela. Nossos locais preferidos aqui em Sydney são o Outback (sim, a rede americana igualzinha a do Brasil, já falei cobre ele nesse post aqui) e o Hurricane’s Grill. Eu particularmente ainda prefiro o Outback, acho a costela deles imbatível. Aqui na Austrália essa rede é pouco conhecida, e em Sydney os restaurantes ficam em bairros do oeste, afastados do centro, o que contribui para muita gente não conhecer. Já o Hurricanes é bem mais conhecido, e eles tem também uma versão express que serve porções menores em estilo fast food – fomos algumas vezes na filial de Waterloo pra essa versão express e é sensacional! A costela eu achei até comparável a do Outback.
O Hurricanes eu só conheço a filial de Brighton Le Sands, e como eu disse acho o Outback melhor, mas talvez outras filiais sejam melhores. Em Sydney eles tem filiais nos bairros de Bondi Beach, Top Ryde, Darling Harbour e Brighton Le Sands, além das versões express em Waterloo e Chatswood.

O Hurricanes de Brighton Le Sands fica em frente a praia de mesmo nome, e se for lá não deixe de pedir a costela, que tem ainda um atrativo especial: vc ganha um babador! Thiago que não me deixa mentir:

 

Já que estamos falando em carne, se a saudade de um rodízio de carne bater, basta vc matá-la no Braza, restaurante brasileiro que serve um rodízio imbatível. Eles tem filial nos bairros de Darling Harbour, Leichardt, e recentemente abriram uma em Miranda, pertinho lá de casa pra minha perdição. Eu já fui nas 3 e a única que não sou fã é a de Darling Harbour, por ser cravada num ponto turístico está sempre muito cheia e o rodízio acho o mais fraco comparado com as outras filiais.
Então, se vc é um amante de carne, opções não vão faltar em Sydney!

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Reveillon 2013-2014

Diferente do primeiro ano, em que fomos pro Botanic Gardens assistir os fogos, no Reveillon desse ano que passou resolvemos reservar uma mesa num restaurante com jantar e bebidas liberadas, com a promessa de que teria uma grande varanda pra assistir os fogos.

O restaurante (Bondi Pizza) fica em Bondi Junction, um pouco longe da baía onde saem os fogos, mas achávamos que íamos conseguir ter uma visão geral. Ledo engano...

Pagamos $200 por pessoa, o que achamos um preço justo por um jantar completo (entrada, prato principal e sobremesa) mais bebida alcoólica liberada. Bem melhor que ano passado onde só tivemos uma cestinha de piquenique caída. E já conhecíamos o restaurante e sempre gostei da comida. Só não contava que o serviço nesse dia estaria péssimo! Eram pratos que não chegavam nunca (acabamos ficando sem uma das entradas tamanha a enrolação dos garçons), garçons indo e voltando sem trazer o que pedíamos, bebida pra se conseguir só indo pessoalmente no bar, comida vindo requentada depois de horas de espera, enfim, o caos. E isso porque tinham muitos garçons! Mas eles pareciam todos novatos, ficavam batendo cabeça e não conseguiam dar conta da lotação do local. Nos estressamos tanto, mas tanto, que até atrapalhou a noite. Só conseguimos terminar de comer (mal e porcamente) as 23:30, isso porque chegamos lá as 19:30!

Na hora de ver os fogos, mais uma decepção. Além de estar bem longe, a varanda tinha um imenso vidro que fazia toda e qualquer foto refletir. Fora que estava tão apinhado de gente que eu confesso que até desisti de tentar achar um espacinho. Acabei desistindo e ficando na mesa mesmo, esperando os fogos acabarem.

Temos que pensar seriamente em opções melhores pra esse ano, mas é muito difícil conseguir algo legal que não seja os olhos da cara (ah, saudade de Copacabana...). Estou bem inclinada a ficar em casa e assistir os fogos pela TV. Ops, esqueci que não tenho TV em casa! haha

Seguem as poucas fotos que prestaram:







segunda-feira, 4 de março de 2013

Olympic Park e Outback

Ontem o dia estava nublado (pra variar), se recuperando da chuva que caiu no sábado, e como não dava praia resolvemos fazer um passeio e uns exercícios ao ar livre (eu ando meio viciada em exercício desde que comecei a academia, mas isso é assunto pra um próximo post...).

O Thiago sugeriu de irmos conhecer o Olympic Park (vejam o site dele, super completo: www.sydneyolympicpark.com.au), que fica em North Strathfield, a oeste Sydney e uns 40 minutos de carro da City. Se vc for de trem, tem uma linha expressa que praticamente não para em quase nenhuma estação depois da City e chega lá rapidinho.

(parêntesis: colado no Olympic Park fica também o DFO, um shopping outlet com várias lojas de marca com preços muito mais baratos. Já fui lá umas 2 vezes, e apesar de pra mulher não ter tanta loja de roupa assim, vale a pena pela Country Road, Oakley, Oxford, Ralph Lauren, Puma, Tommy Hilfiger. Quem se interessar, esse é o site: http://www.dfo.com.au/homebush/)

Eu acho que essa sugestão do Thiago foi motivada pelo fato do Olympic Park ficar pertinho do Outback (rs), aquele restaurante que tem no Brasil também e pelo menos no Rio é uma moda e vive lotado (esse o site dele aqui na Austrália: http://www.outbacksteakhouse.com.au/). Eu sinceramente não sei se a comida de lá é realmente tão boa ou se gostamos tanto por nos lembrar do Rio, mas enfim, vira e mexe vamos lá. A cebola empanada não é tão boa quanto a do Rio, a batata com queijo e bacon também não, o pão preto nunca está macio como o do Rio, mas em compensação as carnes são sensacionais. A variedade é melhor que no Rio (eu acho) e o sabor ótimo também. Os preços são salgados como no Rio, algo como $30 dólares um prato de carne, mas como é bem grande muitas vezes dividimos. Normalmente pedimos entrada, prato principal com os acompanhamentos, os refris (que são refil) e pagamos em torno de $80 dólares o casal. Nada muito diferente do que pagamos em qualquer almoço num lugar bacana aqui em Sydney, então tá valendo.

Voltando aos exercícios. Me arrependo de não ter feito uma pesquisa maior sobre o Olympic Park antes de ir, pois quando chegamos lá era tudo tão grande, mas tão grande, que ficamos meio perdidos. Paramos o carro num dos muitos estacionamentos que tem, num ponto que achamos ser mais no interior do parque (no ponto onde diz Wentworth Common no mapa abaixo).



Começamos uma caminhada/corrida na trilha circular que dá pra ver no mapa acima e vai até a ponta na baía. Confesso que não me agradou... 30 minutos, 2,5km percorridos e muitas picadas de mosquito depois, eu já tava de saco cheio. Parênteses: eu tenho alergia a mosquito, já fiz até tratamento no Brasil e vivia com repelente (no corpo, aqueles de cheiro que coloca na tomada, aqueles também de tomada mas que emitem som, vela de citronela, a parafernália toda, eu ia revezando pra eles não se acostumarem. rs) Mas desde que cheguei na Austrália os mosquitos simplesmente não me picam, então eu até tinha esquecido o que era usar repelente. Eis que ontem fui relembrada em alto estilo. Levei tanta picada que estou me cocando até agora. :-/

Chegamos até o ponto da baía, mas não achei nada muito bonito que merecesse uma foto. Tudo muito selvagem, muito mato feio, enfim, não me agradou. E olhe que eu sou fã dos parques daqui, vamos em vários deles e sempre me agradam. O Centennial Park, por exemplo, é um espetáculo, semana passada mesmo fui correr lá e amei.

Enfim, talvez eu esteja me precipitando, e o Olympic Park tenha muito mais a oferecer. O que eu recomendo é fazer uma pesquisa antes, saber onde ir lá, pois é realmente muito grande e não muito fácil de se locomover. E o principal: não ir com fome e pensando no Outback, isso realmente tira o foco do passeio. :-)

sábado, 10 de novembro de 2012

Restaurantes e bares

Pode ser porque ainda estamos em fase de reconhecimento de terreno, pode ser porque nosssa vida social aqui anda frenética (sabe como é, muitos imigrantes sozinhos, sem família por perto, as amizades ficam mais estreitas), mas o fato é que temos comido bastante na rua.

Seja pra jantar, seja em bares, sejam os já onipresentes brunch (café-da-manhã robusto, quase um almoço) aos fins de semana. O fato é que estamos sempre descobrindo lugares novos.

Seguem alguns dos meus preferidos:


1) Blue Orange - 49 Hall Street, Bondi Beach

Fomos lá tomar um brunch outro dia e amamos! Comida boa, preço razoável, ambiente fofo demais. Tirei uma foto no dia:




2) Poolside Cafe - 1C Mrs. Macquaries Road, The Domain

Outro lugar ótimo para um brunch: comida saborosa, preço bom e encravado no meio do Botanic Garden. E ainda tem uma piscina pública pra aproveitar!
Site: http://www.poolsidecafe.com.au/cafe/home/




3) Kitchen by Mike - 85 Dunning Ave, Rosebery

Restaurante moderninho a duas quadras daqui de casa. O preço não é tão barato, mas também não é nada extorsivo. A comida muda sempre e tem muitas saladas. De quebra o visual do lugar é o máximo, e ainda tem uma parte do galpão que vende objetos de decoração. Mais detalhes no site: http://www.koskela.com.au/kitchen/




4) Kuma Japanese Restaurant - 5-9 Rothschild Ave, Rosebery

Esse abriu há pouco mais de 2 meses e é de um casal de amigos nossos coreanos. Fica também bem pertinho aqui de casa, e a comida japonesa é sensacional! Tem até um prato parecido com o hot philadelfia (que só existe no Brasil, by the way).
Página no facebook: http://www.facebook.com/KumaJapaneseRestaurant?ref=ts&fref=ts




5) In the Mood for Thai - 379 Crown Street, Surry Hills

O melhor restaurante tailandês que já fui. No estilo BBB (bom, bonito e barato).
Site: http://www.inthemoodforthai.com.au/



Em tempo, outra boa sugestão de restaurante tailandês é o Thai Pothong, em Newtown (http://www.thaipothong.com.au/).



6) Zilver - Level 1, 477 Pitt St (cnr of Hay St), Haymarket

Comida chinesa tradicional, com os famosos dumplings (tipo mini porções que se pede pra mesa e todo mundo divide). Site: http://www.zilver.com.au/flash/main.html




7) Vicinity Dining - 90 Bourke Road, Alexandria

Outro no nosso bairro. Ainda temos que explorar o restaurante, mas fomos no bar outro dia e adoramos o lugar, a decoração é incrível!





8) The Argyle - 18 Argyle Street, The Rocks

Super famoso em Sydney, fomos lá uma vez e só não vamos mais vezes por ser bem salgado de preço. Mas a decoração é espetacular!
Site: http://www.theargylerocks.com/





9) Braza - 1-25 Harbour St, Darling Harbour

Claro que não podia faltar um restaurante brasileiro, na minha opinião o melhor de Sydney. Churrascaria estilo rodízio, nada comparado às churrascarias brasileiras, claro, mas bem razoável pra matar a saudade do nosso bom e velho churrasco.

Tem 3 filiais aqui, essa de Darling Harbour é a mais famosa e mais chique, mas no quesito atendimento e qualidade, ainda prefiro a de Leichardt. Site: http://www.braza.com.au/Braza-dh




Enfim, essa lista podia se prolongar muito, mas fica pra um próximo post. ;-)