sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Viagem para Fiji

A primeira segunda de outubro é feriado do dia do trabalho em NSW. Um dos pouquíssimos feriados por aqui, como vc pode ver pela tabela abaixo:
 

 
Eis que calhou do Thiago ter direito a um dia off no trabalho (a empresa dele criou o “well being day off”: 1 vez a cada trimestre o funcionário pode tirar um dia off para relaxar) e conseguir tirá-lo no dia seguinte ao feriado. Como eu não trabalho terça nem quarta, era a oportunidade perfeita para viajarmos. Pensamos em ir pra Perth, mas as passagens aéreas estavam caríssimas além do que queríamos conhecer um lugar novo. E aí me deu uma louca e falei: vamos pra Fiji!
 
Fiji é o destino internacional mais perto de Sydney, são só 3.5hrs de vôo na ida e 4.5hrs na volta. Não é um destino barato como a Tailândia ou a Indonésia, mas é um vôo bem mais curto e um destino bem mais child friendly. Sim, porque apesar de ter muita gente que viaje pra Tailândia e Indonésia com bebes, eu sinceramente não queria ter todo o trabalho e ficar me preocupando com a qualidade da comida e da água. Fora que com um bebê hiperativo de 10 meses, um vôo longo seria um suplício, já não bastam as traumáticas idas ao Brasil. rs
 
Então em menos de 3 dias fiz minhas pesquisas, entrei em contato com a Flight Centre (agência de viagens bem famosa aqui na Austrália) para fazer a cotação dos pacotes, decidimos o hotel e vendemos um rim pra pagar a viagem. haha Brincadeira, não é tão caro assim, no site da Travel Online dá pra fazer a cotação completa de hotel + vôos e ter uma ideia do preço.
 
Ponderei muito sobre qual ilha ficaríamos. Fiji é composta por 333 ilhas tropicais, sendo que duas ilhas principais são: 1) Viti Levu, onde fica a capital do país (Suva) e o aeroporto internacional (Nadi) e 2) Vanua Levu. Ouvi muito boas recomendações de ilhas como Castaway, Mana Island, Plantation Island, dentre outras. Mas todas essas ilhas requerem um transfer de carro ate o porto + um transfer de barco, o que seria inviável com o meu pequeno que odeia ficar sentado por mais de 20 minutos. Fora que eu também preferia ficar na ilha principal e ter mais infra-estrutura em caso de uma emergência. O problema de ficar na ilha principal é que muitos hotéis/resorts ali não tem praia privativa ou tem praia mas com água turva ou a praia é de pedras, enquanto que nas outras ilhas menores as praias normalmente são mais paradisíacas com água cristalina e areia branquinha.
 

Bom, paciência, não dava pra ter tudo e também não me adiantava uma praia paradisíaca se de 10-4 eu tinha que evitar o sol pro Lucas não pegar uma queimadura.
 
Depois de consultar o grupo de “Mães Brasileiras na Austrália”, do qual participo no Facebook, o resort mais indicado na ilha principal era o Shangri-la Fijian Resort, que fica ao sul da ilha principal e a 1.5hr de carro do aeroporto.
 
Fechamos um pacote de 4 noites com café da manha incluído, num “Superior Ocean View Room” que era simplesmente divino! O quarto era imenso, eles colocaram um berço portável super grande e confortável, mais o sofá, uma mesa, um rack com a televisão, um armário de 4 portas, um frigobar, a cama king (ou extra king, porque era gigante) e ainda tinha espaço de sobra pro Lucas engatinhar a beça. Fora a varanda de frente pro mar e o banheiro imenso com chuveiro + banheira separada. Os únicos problemas do quarto era que ficava no segundo andar (mas tinha rampa pra subir com o carrinho) e numa ponta mais afastada do resort, que é gigantesco, então caminhávamos uns 10 minutos pra acessar a piscina principal, os restaurantes e a recepcao. Por outro lado na nossa ponta do resort ficava uma piscina de borda infinita de frente pra praia, que sempre ficava mais vazia e era a nossa escolha normalmente, mesmo com o Lucas (até porque mesmo na piscina infantil ele não ia poder ficar sozinho porque ainda é muito pequeno, então era melhor ficarmos na piscina de adulto mais funda pra nós e melhor pra sergurar ele).
 
A viagem foi maravilhosa, o Lucas aproveitou tubos, explorou tudo que ele podia e mais um pouco. As únicas 2 reclamações que eu tenho quanto ao resort são: 1) a comida é cara e bem mais ou menos, tirando o café da manha que era divino e muito variado; 2) apesar do resort ser muito child friendly (eles tem até um kids club onde os pais podem deixar as crianças de 4-12 anos por quantas horas quiserem, de graça, enquanto vão aproveitar o resort ou fazer algum passeio) não tinha muito entretenimento pra bebês. Nem no kids club tinha um tapete macio ou um espaço com livros e brinquedos para bebês, então na hora do sol a pino acabávamos ficando no quarto com o Lucas. O resort tem também serviço de babá muito barato ($25 dólares por 3 horas), mas que não usamos.
 
Vou fazer uma lista de algumas dicas e ao final coloco algumas fotos da viagem.
 
- eu morria de medo do Lucas pegar uma infecção estomacal com a água ou comida, então levei papinha pronta para todos os dias e 1 litro de água na mala de mão (pode levar líquido e comida na mala de mão se for para o bebê), e quando chegamos lá o transfer do aeroporto para o hotel parou num mercadinho de beira de estrada e eu aproveitei pra comprar mais uns 7 litros de água. Não satisfeita eu lavava as garrafas antes de abrir e ainda fervia a água na ketler que tinha no nosso quarto antes de dar pro Lucas. Pode parecer excessivo, mas ouvi muitas histórias de criança que pegaram infecções horrorosas e eu já tive minha cota de doença com o Lucas. Ele felizmente não pegou nada, apesar de no ultimo dia ter ficado doente, mas por conta de um maldito vírus de hand foot mouth desease que ele pegou na creche antes de viajarmos. Mas nada muito sério, só nos fez passar o dia no quarto pra não cansar muito ele.
Ah, não somos mais freak com esterilizar nada do Lucas, então em Fiji só levamos uma escova para lavar as mamadeiras e um detergente liquido.
 
- o Lucas sempre comeu papinha pronta de vez em quando, quando viajávamos ou numa emergência, apesar de 90% das refeições eu fazer em casa. E ele sempre comeu tranquilo as papinhas prontas, mesmo as da Nestle quando estivemos no Brasil e que são muito piores que as papinhas daqui. Entretanto, justo na viagem pra Fiji ele resolveu odiar papinha pronta e se recusar a comer! E desde então o ódio dele a essas papinhas só aumenta a ponto dele fazer ânsia de vomito se insistimos. Eu fiquei desesperada, porque não queria dar comida de adulto pra ele com muito sal ou pimenta, mas também não podia deixar ele fazer greve de fome. Aí o jeitop foi improvisar: quando íamos almoçar ou jantar eu pedia um prato de algo que ele pudesse comer comigo (um nhoque, ou legumes refogados) e se íamos comer no buffet era mais fácil porque tinha frutas e pão sempre. No buffet tinha também “kids meal”, que achei bem caído porque todo santo dia era espaguete bolonhesa. Mas um dos jantares ele comeu isso mesmo. O café era a hora mais tranquila, pois tinha muita coisa que ele come: iogurte, frutas, weetbix (um cereal australiano), pão, omelete, etc. Mas eles não deixavam levar nada do restaurante, então o lanche da manha tinha que ser papinha pronta mesmo.
Ah, e vc consegue comprar comida de bebê, fralda e artigos de primeira necessidade em Fiji, seja na cidade ou dentro do próprio resort, mas claro que muito mais caro e sem muita opção de marcas, então melhor levar tudo na mala mesmo.
 
- não precisa de visto nem vacina específica pra entrar em Fiji se vc for cidadão australiano ou residente permanente na Austrália.
 
- no pacote que fechamos com a Flight Centre incluía o transfer do aeroporto para o hotel. Nós fizemos questão de pedir uma cadeirinha de bebê e pagamos $24 fijian doláres extra por ela. Mas sinceramente lá em Fiji eles estão pouco se lixando e até tentaram nos convencer a ir sem cadeirinha mesmo porque não precisava. Nós insistimos e nos deram direitinho, mas é bom reservar com antecedência porque eles não tem muitas cadeirinhas disponíveis. Sei que no Brasil não se é muito rigoroso com isso e nós mesmos andamos várias vezes de táxi no Rio com o Lucas sem cadeirinha porque não tinha como ficar colocando em cada táxi que pegávamos, mas na Austrália nem pensar, nenhum táxi vai levar um bebê sem a cadeirinha. E em Fiji como o transfer tem essa possibilidade nós insistimos porque convenhamos que a segurança do bebê vem em primeiro lugar, né? Ah, e as estradas que pegamos até o hotel eram bem ruins e o motorista andando mais rápido do que estamos acostumados aqui na Austrália, fora as ultrapassagens perigosas na estrada com uma única pista, bem conhecido de quem mora no Brasil mas impensável na Austrália.
 
- não sei se já comentei aqui no blog, mas na Austrália NINGUÉM toca em criança sem autorização dos pais. Até pra me ajudar a sair com o carrinho do trem a maioria das pessoas pergunta antes se quero ajuda, não sai metendo a mão no carrinho (com exceção dos imigrantes, uma vez uma louca quase virou o carrinho porque foi levantá-lo sem me pedir e além de eu não precisar de ajuda, ela ainda levantou o carrinho demais). E isso é muito enraizado aqui e difícil de entender pra muitos brasileiros já que nós temos uma cultura mais calorosa (ou invasiva, dependendo do ponto de vista. haha). Só que quando vc vai pra Fiji, pode esquecer essa regra de etiqueta com crianças. Eles amam bebê e saem pegando sem nem pedir autorização. Perdi as contas das vezes em que pegavam o Lucas no colo, as vezes até tirando dos meus braços, ou que o beijavam sem que eu tivesse nem tempo de protestar. Até no aeroporto quando passávamos pela alfandega em Fiji, ao invés de estarem prestando atenção no que tínhamos na mala e no raio-x, os funcionários estavam era disputando pra ver quem pegava o Lucas no colo. Confesso que me incomodou bastante, mas não tinha muito o que eu pudesse fazer na maioria das vezes.
 
Bom, acho que já escrevi demais. Seguem abaixo algumas fotos da viagem:

 Esse mapa é só do resort! Ele fica numa pequena ilha, mas é um mundo lá dentro.



Vista aérea da piscina principal e a piscina das crianças a direita.


Nosso quarto era bem parecido com esse.
 




“Cadê minha comida??”


 


 

sábado, 19 de setembro de 2015

Chocolaterias


É fato público e notório que eu amo doce. Especificamente chocolate. Sou do tipo bem compulsiva mesmo, de comer todo dia. Não como muito, sou até bem controlada, mas como com frequência.

Quando vim pra Sydney, a primeira coisa que descobri é que a maioria das lojas de doces daqui são uma bosta. Tudo parece lindo, mas não tem gosto de nada. Hoje em dia eu até aprendi a selecionar melhor e dificilmente erro, porque se tem uma coisa que odeio é desperdício de caloria – só como algo muito calórico se for realmente imperdível, senão to dispensando.

Se por um lado os doces daqui não são tão saborosos quanto aos do Brasil, por outro os chocolates são infinitamente melhores! No Brasil se vc quiser comer um chocolate de mais qualidade vc paga muito caro por isso. Não que eu não goste do tradicional diamante negro ou serenata de amor, mas falo de chocolateria mesmo, tipo a Kopenhagen. Já aqui vc acha chocolate de qualidade barato no mercado e ainda tem as 3 perdições que falo mais adiante.

No início minha paixão era o famoso Tim Tam, mas agora já enjoei. Minha atual paixão é o Maltesers, esse chocolatinho aqui:
 
Outros 2 paixões são o caramel slice e o mud cake. O primeiro eu até evito comer na rua pois tem muita porcaria por aí, então faço em casa – quem quiser a receita, minha preferida é a desse site aqui. Já o segundo compro a mistura pronta no supermercado (a do Coles é a melhor) e faço em casa o bolo de chocolate molhado com cobertura. E tem ainda o brownie (que também tem mistura pronta no mercado), ai, ai…

 


 
Quando vou comer doce na rua, geralmente opto por um cheescake se for na Gloria Jean (cafeteria) ou num restaurante, ou então vou nos 3 lugares da perdição:


O primeiro lugar dessa lista que visitei quando vim a Sydney ainda a passeio foi o Lindt Café no Darling Harbour. O que é o chocolate quente deles?? Vem assim como na foto abaixo: a jarra de leite separada da jarrinha de chocolate líquido e daí vc mistura na sua xícara. Fora os doces maravilhosos que eles tem no cardápio. Só prepara o bolso que não é nada barato: o chocolate quente, por exemplo, custa $7.5, quase o dobro que o de uma cafeteria qualquer.
 

 


A segunda paixão foi o Max Brenner, tradicional loja de chocolate que começou em Israel e se espalhou pelo mundo (eles tem filiais nos EUA, Rússia, Japão, Singapura e Coréia), sendo que a maioria das filiais estão localizadas na Austrália.

O chocolate quente deles também é de matar, além das diversas sobremesas a base de chocolate (destaque para o fondue de chocolate da foto abaixo e o crepe de banana que são divinos!).

 
 
 
 


Last but not least, achei minha alma gêmea. Trata-se de uma chocolateria australiana que mistura chocolate com churros. Sério, é um absurdo de tão bom! O churros aqui não vem com o recheio dentro, mas sim do lado e vc “molha” o churros no recheio que escolheu. Eu estou tentando ficar um pouco afastada porque tava brabo, batia ponto lá toda semana. Quando o Lucas era recém nascido, então, eu ficava entediada de ficar em casa e minha diversão era ir com ele no shopping perto de casa pra comer churros. Agora até que dei uma parada com o vício, mas só de escrever esse post me lembra que tenho que voltar lá! Ah, o Thiago adora os chocolates quentes/moccha de lá que vem com pimenta e outras doideras. Saca as tentações:






quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Parques em Sydney


Só pra dar uma pausa nos posts de comida (tá monotemático o blog, eu sei, mas é que não sei o que me deu, acho que foi a gastrite que me acometeu semana passada e me fez parar de comer e agora que voltei ando numa fome desenfreada pra compensar o tempo perdido. haha) hoje vou falar sobre parques. :)
Se tem uma coisa que australiano gosta é ir pra parque. Pega um dia de sol (nem precisa estar quente) e estarão todos lotados de famílias fazendo churrasco, festas, gente fazendo esporte, deitado na grama, etc. Isso é o que eu mais sinto falta no inverno: poder ir pra um parque passar algumas horas na grama. Como finalmente o tempo está esquentando, está aberta a temporada de parques! Agora com o Lucas vai ser ainda melhor, pois é sensacional vê-lo explorando o mundo. Como diz o Thiago, ele não para quieto um minuto em casa, mas coloca ele na grama que o meu pequeno explorador fica um tampão analisando as folhas/gravetos.

Aí vai a minha lista de parques preferidos:

Já falei sobre ele nesse post aqui. Atualmente é um pouco longe pra nós, mas sempre que vamos prós lados da City paramos por lá pra um passeio.

 
No coração da City, já até falei no blog aqui, sedia vários eventos como cinema ao ar livre, festa de reveillón – também já falei sobre ambos no blog aqui e aqui.

Foi lá que fizemos nossas fotos na gravidez, abaixo:


 
Esse parque é uma graça: com vista para o George River, com um gramado grande, churrasqueiras, uma piscina pública, um ótimo restaurante/café na beira do rio (Blackfish Café &Grill) e de quebra pertinho tem um pub (Como Hotel) que fica num prédio histórico e tem um restaurante lindo no segundo andar com muito boa comida. Melhor impossível, né? Se tudo der certo faremos a festinha de 1 ano do Lucas nesse parque. 


 
O Café na beira do rio:

 
O restaurante histórico:


 
4) Prince Edward Park em Woronora
Esse parque é nosso xodó. Talvez porque ele nunca fique muito cheio, talvez pelo rio que o corta ao meio, talvez porque simplesmente simpatizamos com ele. Mas o fato é que estamos sempre por lá pra sentar na grama, tomar um café, andar de caiaque (Thiago tem um inflável, só quero ver agora carregarmos ele junto com todas as tralhas de bebê que sempre lotam nosso porta-malas…).  Seguem as fotos:




 
5) Cronulla Park

Cronulla tem vários parques legais como o Dunningham Park ou o Gunnamatta Park (esse último com muitas churrasqueiras e até um galpão coberto de frente pra baía que pode ser alugado para festas), mas o que eu gosto do Cronulla Park é que além de terem vários restaurantes/cafés em volta, da grama vc tem vista pra praia de South Cronulla. E nada melhor que unir parque com praia, né?



 
6) Royal National Park
Claro que esse post não poderia terminar sem o pai dos parques, o monumental Royal National Park. São 15 mil hectares de muito verde, com direito a uma grande área de piquenique com churrasqueiras, lago, enorme gramado, e no decorrer do parque existem também inúmeras praias, trilhas, enfim, tem muita coisa pra explorar por lá.
Um detalhe: se for um dia de sol e calor, é bom chegar bem cedo porque muitos dos acessos as praias fecham quando atinge um certo número de carros lá dentro, além do transito brabo que vc vai pegar pra atravessar o parque de carro.

 


domingo, 13 de setembro de 2015

Restaurantes


Tem tempo que eu não falo aqui sobre restaurantes. A última vez que fiz um post sobre isso foi há quase 3 anos! Me dei conta disso quando escrevia o post anterior sobre steakhouses.

Eu queria escrever um post sobre meus restaurantes favoritos em Sydney, mas nem sei se vou ter uma lista decente, pois tanto eu quanto Thiago somos muito fiéis aos poucos que gostamos e vamos sempre. Eu sempre quis explorar lugares novos, mas me bate uma preguiça… Agora então com o Lucas cozinho cada vez mais em casa e saímos menos.

Mas segue a lista dos nossos preferidos atualmente (ps.: a maioria fica no Shire por ser onde moramos atualmente, já que cada vez menos me animo de ir de carro pra City ou pro norte de Sydney com um bebê que odeia ficar na cadeirinha por mais que 20 minutos):


1) Sake – restaurante japonês no The Rocks
Fomos lá a primeira vez comemorar meu aniversário há uns 2 anos, e depois voltei com o pessoal aqui do trabalho (meu chefe é absolutamente viciado nesse restaurante). Eu queria muito ir mais frequentemente, mas o preço me faz considerá-lo só para ocasiões especiais.

Se for lá não deixe de provar a sobremesa de Green Tea Kit Kat, simplesmente divina! (e olha que eu normalmente não curto nenhum doce que não seja chocolate…) Foto abaixo: 
 

2) Meet theGreek – restaurante grego em Brighton Le Sands
Se for em grupo, não deixe de provar o Banquet Menu, que é tipo uma degustação dos principais pratos da casa, mas em porções incrivelmente grandes. Vá com fome!

Ah, alguns dias tem música ao vivo, que apesar de ser bem legal no dia que eu fui estava muito alto! Impossível conversar na mesa. Pra uma opção sem música, tem o Kamari (www.kamari.com.au/) que fica a poucos metros do Meet the Greek e também é muito bom.

 

 

3) Moim – restaurante japonês em Kirawee

Preço bom, comida super saborosa e atendimento super amigável. E o melhor: funciona de 10 da manhã as 10 da noite sem fechar! Sim, porque isso é raridade por aqui onde os restaurantes abrem de 12-15hrs para almoço e e de 18-21hrs pra jantar e se vc quer comer fora desses horários basicamente só vai encontrar fast food aberto.


4) Zetland Hotel – comida de pub
Se vc quer comida de pub por um preço acessível, esse é o lugar. Disparado o melhor pub que eu já comi em Sydney, com pratos entre $10-15 e com a vantagem do bistro onde é servida a comida ficar numa parte externa do pub super charmosa (porque vamos convir que comer em pub fedendo a cerveja no carpete não é a melhor opção de restaurante).


 
5) Nulla Nulla – restaurante de comida “australiana” (se é que isso existe) em Cronulla
Quando digo comida australiana é porque eles não tem uma especialidade, no menu tem de tudo, desde brunch, passando por sanduíches, saladas, entradas, carnes, peixes, massas, pizza, sobremesa, sucos, etc. O que eu gosto de lá é que tudo que eu peço é bom (nada muito sensacional, mas bom) e vc tem muita opção de pratos a um preço acessível.

 
Tá, esse aqui a indicação nem é tanto pela comida pois quando eu fui lá só belisquei um camarão. Mas a localização (de frente pra baía) é sensacional e o restaurante super agradável pra ir num dia de sol.

 

 
7) Encasa – restaurante espanhol

Esse é outro local que eu estou pra voltar. Simplesmente o melhor restaurante espanhol em Sydney (é o que jura minha chefe chilena/espanhola) e realmente dos que eu já fui esse ganha de longe. Imprescindível fazer reserva pois o restaurante vive lotado.


8) Gloria’s – restaurante português
O bairro português de Sydney (Petersham) é outro lugar que eu adoro ir. Infelizmente atualmente não tenho ido com a frequência que gostaria pois como eu já comentei acima, viagens de mais de 30 minutos de carro com um bebê que odeia ficar na cadeirinha são literalmente um suplício. Mas vira e mexe ainda batemos ponto por lá pra comprar carne (pichanha, coracao de galinha, chorizo) e produtos brasileiros (feijão, pão de queijo, farofa) no açougue português (endereço: 83 New Canterbury Rd), comprar doces portugueses na padaria portuguesa (na Sweet Belem - 35B New Canterbury Rd) e aproveitamos e almoçamos ou no Gloria’s ou no Silvas, ambos tradicionais restaurantes portugueses.


Bom apetite!